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Greek Chocolate 
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Data de registro: Sáb Nov 15, 2008 2:16 pm
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Mensagem Greek Chocolate
Tema: Comédia, romance.
Casal: Inventado;

Greek Chocolate


Como eu poderia esperar que minha vida mudasse tanto, só por causa de uma barra de chocolate meio amargo? Para entender melhor o que aconteceu, terei que voltar para aquela singela tarde de sábado, onde tudo começou.
Saí do cursinho como de costume. Desta vez eu estava animada, pois não era dia de matemática. Caminhei pela avenida principal e abracei a minha bolsa á tira colo. Este era o momento do meu dia que eu tanto esperei. Abri a bolsa delicadamente, e tirei de lá uma barra de chocolate meio-amargo Oráculo, da minha marca preferida Olímpio. Sequei a imagem ilustrativa da embalagem, até que não agüentei e arranquei-a de uma vez. Cortei o chocolate ao meio para pegar a mensagem do Oráculo. Coloquei metade do chocolate na boca, enquanto desenrolava o delicado pergaminho. No papelzinho dizia:

“Reserve um horário para ir á um local agradável onde você nunca tenha ido.”


Refleti sobre o que havia lido, e o gosto do chocolate em minha boca ajudou-me a entender a mensagem mais rapidamente. É pra eu sair e ir á um lugar que nunca fui para relaxar. Parece simples, pensei. Porque não? Colocando a outra metade do chocolate na boca, fui caminhando pela cidade á procura de um local em que nunca tenha ido antes. Parei em frente a um parque meio afastado da cidade, e lembrei que nunca havia estado lá. Era meu oráculo me ajudando. Entrei sem pensar duas vezes.
O parque era simples, mas aconchegante. Havia pessoas praticando Cooper nas calçadas, e alguns bancos espalhados esporadicamente. Sentei no primeiro que me chamou mais á atenção. Dei sorte de sentar-me de frente para o lago. Fiquei á observá-lo com o pensamento inocente de “O que aconteceria caso existisse um monstro neste lago, como dizem existir no Ness?”. Divaguei por algum tempo, ainda com a pergunta fixa em minha mente. Foi quando aconteceu.

- Oi?
Perdi-me. Procurei de onde vinha aquela voz e dei de cara com um moço parado, em pé, do meu lado, á me observar.
- Olá. – Respondi, assim que voltei da minha viagem. Ele riu. Dei uma olhada rápida á minha roupa, perguntando-me se estava ao avesso.
- Engraçado ter um moça como você por essas bandas. – Ele não estava falando comigo, então fiquei só a observar-lhe, sorrindo. – Posso me sentar aqui?
- Ah. Claro, claro. – Reparei que ele usava uma jaqueta de couro preta por cima de uma blusa verde e calça jeans. Não tinha como ele estar rindo da minha roupa se ele mesmo se vestia desse jeito.
- E então? – ele perguntou, de repente.
- E então. – respondi, sem saber o porquê daquela pergunta repentina.
- Não é normal virem moças pra cá.
- Fala como se esse lugar fosse... – pensei num adjetivo adequado – proibido. – confirmei comigo mesma que aquela era a palavra certa.
- Não é isso. – ele riu. – Só costuma aparecer por aqui mulheres como aquela. – ele apontou uma velhinha do outro lado do lago. O moço parecia conhecer bem o lugar.
- Vem sempre aqui? – me peguei dizendo.
- O que? – ele riu de novo. Só fui me tocar da cantada depois que ele já havia parado de rir.
- Não quis dizer isso!
- Deixa pra lá, eu entendi. Venho. Venho muito aqui. – Pensei com os meus botões a razão. Será que acompanhava sua avó nas caminhadas matinais? Não, não poderia ser isso, até porque era de tarde. Poderiam ser caminhadas ao crepúsculo. Se ela fosse acompanhada do vovô, até que poderia ser romântico, se não andassem... Voltei pro parque assim que ele voltou á falar do meu lado. – Esta praça fica perto do lugar onde trabalho.
Instintivamente, procurei os prédios á minha volta, talvez esperando encontrar um com uma faixa escrita “eu trabalho aqui”. Ele percebeu meu fracasso e me apontou um prédio.
- Não. – comecei.
- Sim, é isso mesmo.
- Não!
- Tá bom, então não é!
- Não é?
- Quer se decidir, por favor? – ele ria. – É aquele mesmo.
Fiquei chocada. Ele estava me dizendo que trabalhava na fábrica de chocolates Olimpio! Quem era aquele cara??
- Você é...? – tentei fazê-lo me dizer.
- Não me apresentei? Sou Apolo.
- Apolo... – testei a sonoridade do nome. – você sabia que Apolo é o –
- Deus do Sol e da perfeição, filho de Zeus e irmão gêmeo de Artemis. Sei, sim. – Desconhecia a segunda parte. Guardei essa informação só pra mim. – E o seu nome, qual é?
- Milena.
- Milena... – ele também pareceu testar a sonoridade do meu nome. – Milena rima com Atena.
- Somos dois deuses gregos? – gostei da idéia. Soava bem.
- Talvez. Eu tenho que ir agora, Atena.
- Milena. – corrigi.
- Isso. Até outro dia. – Ele se levantou e foi embora. Percebi então que não sabia em que parte da fábrica ele trabalhava. Resolvi voltar no dia seguinte.
Voltei e acabei encontrando-o novamente. Conversamos sobre muitas coisas e o máximo que ele me disse foi que exercia um papel importante no Olímpio. Falamos sobre música, política, internet e até sobre o tempo. Depois que ele riu da minha teoria sobre o monstro do lago da praça afastada, tirou uma barra de chocolate do bolso. Senti-me curiosa.
- Qual o seu tipo de chocolate preferido?
Ele me fitou antes de me responder.
- Meio amargo. – e mostrou-me a embalagem onde pude ler isso mesmo.
- Gosto mais do branco. – ele cortou o seu chocolate ao meio, o que eu achei estranho, pois não era o Oráculo, era o recheado.
- Toma. – disse, estendendo-me a outra metade. Ele está me dando um chocolate? Que meigo! Não pude dizer não, obviamente. Chocolate era o meu ponto fraco, como sempre. Comemos o chocolate enquanto conversávamos sobre o congestionamento nas estações de metro.
Eu voltei no dia seguinte, e no próximo, e no depois desse. Era muito divertido conversar com ele. Sem falar que ele sempre dividia um chocolate comigo! Claro que eu também oferecia o meu. Não podia fazer nada se ele não aceitava. Acho que arranjei um novo amigo.

Chocolate branco.

Ela chegou no mesmo horário de sempre, andando daquele jeito estrambelhado típico. Com sua costumeira faixa verde no cabelo, que lhe tirava a franja do rosto, e seu casaco branco com capuz. Desta vez usava uma saia jeans. Depois que comentei com ela que não conhecia nada a seu respeito, achei que não fosse mais parar de falar. Reparei no quanto mexia no seu cabelo preto enquanto conversávamos. Deve ser tique de mulher, minha prima também faz isso o tempo todo.
Já fazia uma semana que nós nos encontrávamos todas as tardes. Opa. Esqueci-me de que ela não apareceu no domingo. Fiquei plantado aqui esperando por um tempão. Talvez eu devesse tê-la passado o meu número? Ah, deixa pra lá.
Depois que ela finalmente me descreveu todos os seus parentes e amigos destes, propus a ela conhecer a fábrica de chocolates.
- Sério? Posso mesmo? – seus olhos brilhavam.
- Claro. A não ser que seja uma espiã da concorrência, disfarçada!
- Não! Não sou! – ela caiu na minha brincadeira.
- Como posso ter certeza...?
- Eu juro! – Seu rosto estava preocupado, e me diverti por nunca tê-la visto daquele jeito.
- Eu sei. Vamos, a gente pode comer alguma coisa por lá mesmo.
- Ta falando de algo, tipo, direto da fábrica? – ela quase saltava de felicidade.
- É. Se você se comportar e não contar pra ninguém o seu histórico familiar.
- Porque isso, agora? – era engraçado como ela era ingênua.
- Porque se você começar a contar, eles vão perder o horário de chegar em casa.
- Isso quer dizer que...? – achei melhor não dizer-lhe na cara dura de que aquilo era um saco. Deixei-a pensando enquanto guiava-a para a fábrica. Quando finalmente chegamos e eu avisei-lhe disso, senti um tapa no ombro.
- Ai!
- Bobo!
Só agora você percebeu a brincadeira?? Combinei com ela que lhe daria uma barra do chocolate que quisesse depois.

Chocolate amargo.

A fábrica era linda. Não esperava que fosse desse jeito. Eu estava preparada para algo mais estilo Willy Wonka. Ele riu ao me ouvir dizer isso. Ri também. A risada dele era muito gostosa. Dava vontade de rir junto. Apolo alertou-me que o ideal era que nós ficássemos juntos, porque “Eu não vou me responsabilizar por uma doida maníaca-por-chocolate presa na fábrica depois”. Após dar-lhe mais um tapa no ombro, grudei nele até o final do tour. Ele me contou como cada máquina funcionava, com imensa precisão. Perguntei-me se ele não era técnico da fábrica.
Depois da nossa viagem, ele foi chamado na sala do dono da Olímpio, e temi que fosse minha culpa. Já pensou se ele perdesse o emprego por minha causa? Eu ficaria péssima! Assim que ele voltou, tratei de perguntar-lhe como havia ido.
- Tudo bem.
- O dono não vai te castigar ou algo assim por você ter me trazido pra cá?
- Quê? Claro que não. Eu me resolvo com o velho.
- Não deveria tratar o dono da fábrica com mais respeito? Ele me parece ser uma pessoa boa...
- Quem? Meu pai?
- Não! O dono da fábrica! – do que nós estávamos falando, afinal?
- Milena? Você ainda não percebeu?
- O que?
- O velho sentado lá naquele escritório é meu pai.
- Ele é vice-diretor da fábrica?
- Não! Ele é o dono da fábrica!
- Isso quer dizer que você...!
- É! Por isso ninguém disse nada.
- Nossa... Eu to pasma! Quer dizer que o meu amigo era, o tempo todo, o filho do dono da fábrica de chocolates que eu mais gosto?
- Engraçado, não é?
- Espera! Porque não me disse antes?
Ele acabou me enrolando como sempre fazia. Cobrei dele duas barras de chocolate no final. Passei a olhá-lo com mais respeito depois daquilo, o que não o agradou em nada. Acabou que no fundo ele não tinha cara de ser tão importante assim, então passei a tratá-lo como de costume.
Com o passar dos dias, percebia que ele ficava mais e mais carinhoso comigo. Pediu meu telefone, e ligava sempre na hora marcada – ao contrário do meu ex-namorado. Cogitei a idéia de estar gostando dele. De qualquer forma ele era um partidão, como havia dito minha mãe.
Certo dia, ele me veio com um papo de que tinha uma surpresa pra mim. Ficou me torturando, evitando falar neste assunto por dias. Primeiro incita minha curiosidade e agora fugia? Qual é a dele? Não dei trégua ao interrogatório. Enchi-o com tantas perguntar que um dia ele virou pra mim e disse:
- Ta bom, chega de falar! Vou te mostrar o que é, sua garota curiosa.
- É melhor mesmo! – bati o pé. Não entendi o motivo, mas ele me vendou. Quando abri os olhos, estava em um escritório simples e mal organizado. Havia papéis para todo canto. Imaginei meu quarto, olhando aquilo.
- Toma. – depois de pegar um pacotinho na mesa, ele veio na minha direção e entregou-me o embrulho misterioso. Sacudí-o, na esperança de saber o que havia dentro. Ele riu e ficou me olhando abrir o presente. Era um bombom, mas não um bombom comum. Na embalagem dizia “Edição especial: Atena”. Aw, ele fez um chocolate com o meu nome! Não era bem o meu nome, mas era pra ser.
- Eu amei...
- Experimenta, quero saber como ficou. Esse é o primeiro de muitos outros... Se você aprovar, é claro. – Abri a embalagem e dei uma mordida, muito animada. Tinha o sabor que eu havia lhe sugerido, e estava divino!
- Isso aqui... – engoli aquele chocolate maravilhoso – está o manjar dos Deuses! – Ele riu ao ouvir o slogan do chocolate Olimpio. – Como conseguiu fazer isso? – continuei a comer o meu bombom.
- Como eu já lhe disse, eu trabalho aqui. – Ele começou a andar em direção á sua escrivaninha - Eu invento sabores novos, aprimoro os antigos... Coisas desse tipo. – Apolo me pareceu espiar sobre os ombros, procurando meu rosto. Encontrei uma coisa estranha no chocolate que ele me deu. Vinha embalado... Abri cuidadosamente.
- Achei um anel... – observei o delicado objeto por um tempo. – É o novo brinde?
- Não, sua boba. Esse é só pra você. – ele tirou o anel da minha mão e ajoelhou aos meus pés. – Quer casar comigo, minha Deusa?
Perdi o chão. Ele me segurou para que eu não caísse.
- Desculpe... O que?
- Perguntei se você...
- Não! Não precisa terminar. – precisei de uns minutinhos para assimilar as idéias. – Por quê?
- Uhm... Acho que as pessoas casam quando estão apaixonadas umas pelas outras.
- Eu sei disso. Mas...
- Eu te amo.
Perdi o chão de novo. Dessa vez ele já me segurava pelo braço, então não cheguei tão perto de cair como da última. Aquilo estava mesmo acontecendo comigo?
- Milena? Você me ama? – Ok, agora eu preciso pensar! Eu deveria mesmo ter passado a noite anterior pensando no assunto! Melhor enrolá-lo por enquanto...
- Eu gosto de você... Tanto quanto o seu chocolate favorito.
- Não acho que os chocolates gostem de mim, ninguém gosta de ser comido...
- To falando do chocolate meio-amargo! – Ele me encarava como se visse uma nova espécie animal recém-descoberta de baleia com papagaio. – Meio amargo... Meio amado...! Ainda não entendeu o trocadilho?
- Ah! – Ele sentou na escrivaninha e colocou a mão no rosto, tentando esconder que estava rindo. Não deu certo, Apolo. Eu estou te vendo rir! – Um segundo... Você me disse que gostava de mim como o meu chocolate favorito? Foi isso?
- Foi sim. – estava satisfeita de ele ter entendido. Até que enfim!
- Bom, se é assim, não tem problema. – ele começou a brincar com a aliança entre seus dedos. Esperei ele se explicar. – O fato é que, ultimamente eu prefiro chocolate amargo ao meio-amargo. – Ele olhou pra mim e riu.
- Mentiroso!
- Como pode saber se estou mentindo?
- Eu sei! Está fazendo isso só para que eu case com você!
- Pode ser. E então?
- E então o que?
- Aceita? – ele parecia certo de que eu aceitaria. Tinha um sorriso brincalhão, seus olhos verdes brilhavam de expectativa.
- É claro que sim! – me joguei nos braços dele. – Em último caso eu ainda vou poder comer chocolate de graça!
- Ah, é assim? Interesseira!

A partir daí nos mudamos para o Olímpio, onde vivemos felizes para sempre, como dois Deuses gregos comendo chocolates meio-amargos gregos e com filhinhos gregos... Opa! Acho que essa é outra história! O fato é que eu nunca fui de pensar muito antes de fazer decisões, mas estou certa de que esta foi a melhor coisa que eu fiz. No fim das contas eu gostava mesmo dele, só não havia me dado conta. Passei a ajudar na fábrica Olímpio á partir de então. Meus dias eram repletos de felicidade e chocolate. O que mais uma mulher poderia querer? Ah! Um chocolate meio amargo!

Notas da autora: Essa fic é bem óbvia e bobinha, eu sei >XD Mas eu tinha que ***prir o limite que a Shana me deu, de menos de 5 páginas do word @_@ então eu não pude explicar muito 8D O desafio era fazer uma fic com um casal inventado por você, que tivesse como tema "Chocolate Meio-Amargo". Anyway, como eu me dei ao trabalho de terminar a fic, resolvi colocá-la aqui =D Tomara que vocês gostem de bastante diálogos inúteis, como eu >XD Aliás, essa é a minha primeira experiência com uma personagem boba o_o preciso saber como ficou @_@ Obrigada por terem lido! :D


Sáb Ago 22, 2009 6:51 pm
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Mensagem Re: Greek Chocolate
Poxa, amei a fic Ç_Ç, ainda fala de chocolate meio amargo, meu preferido *-*" XD Deve ser o da Shana também, né? Só sei que essa fic me deixou com uma fome~ 8D
Muito bem escrita, amei o final >___<! Bem cliché, mas amei >_<! Suas histórias são confortáveis de ler o-o <3


Dom Ago 23, 2009 6:35 pm
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Data de registro: Qua Jan 07, 2009 7:03 pm
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Mensagem Re: Greek Chocolate
Nhaaa, ficou bonitinho. :3 Bem ao estilo dos filmes que minha mãe adora. >xD
Eu sou viciada em diálogos inúteis, hauhsuahsa. :3 Mas não foi tão obvio, não achei que ele fosse pedir EM CASAMENTO. Achei que fosse algo menos... Rápido. 8D Mas ficou foooofo. *-*
Adoro suas fics. :3 Fofinhas, bonitinhas, bem escritinhas... Quantos inhas.
Enfim, ficou bem legal, não achei nada para apontar de erro.
Esperando outra fic. o/


Dom Ago 23, 2009 6:36 pm
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Mensagem Re: Greek Chocolate
Mika escreveu:
Esperando outra fic. o/
Acho difícil, mas vamos ver >XD Acho que para as minhas fics ficarem boas eu não posso me importar com o resultado final... Foi o caso dessa @_@ Fico feliz que vocês tenham gostado <3


Seg Ago 24, 2009 2:05 pm
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Mensagem Re: Greek Chocolate
Nah, as fics da Mitsu são tão dinâmicas~
Essa me lembrou "A Fantástica Fábrica de Chocolates" e essa garota a lembra muito a Sakky >XD [por que será?]


Ter Ago 25, 2009 9:58 pm
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Mensagem Re: Greek Chocolate
Ama escreveu:
essa garota a lembra muito a Sakky >XD [por que será?]
Eu também tava esperando que ela se identificasse, mas fiquei no vácuo >XD LOL.


Qui Ago 27, 2009 3:44 pm
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Mensagem Re: Greek Chocolate
Posso ser bem sincera? Me lembrou a Bella XDDDD, ♥ Me identifiquei com ela sim, mas sei lá, seria muita cara-de-p** eu falar "não sei porque me identifiquei muito com a personagem principal :3" ... o_o mas fiquei feliz mais ainda da Mitsu ter se inspirado em minha personalidade pra fazer a protagonista <3
Ok- pelo menos na parte de devoradora de chocolates ¦D"... eu quero um Apolo também .__. me dá? Pode ser um Raito também se estiver na falta XDDD


Sáb Ago 29, 2009 3:45 pm
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